terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Um olhar do Brasil de antigamente


Museu da República

   Dia 25, sábado de calor no Rio, eu, Paulo, visitei o Museu da República, que funciona no Palácio do Catete, no bairro homônimo, na Zona Sul. O prédio era a residência oficial do presidente da República quando a capital ainda era o Rio de Janeiro. Lá estão expostos quadros à óleo feitos na época do barão e da baronesa que haviam construído o palácio para morar, louças usadas na época, maquete do prédio, do anexo e dos jardins que ficam aos fundo. Em várias salas há telões que passam filmes, como o centenário da independência do Brasil, em 1922, a posse de JK para a presidência. O prédio é detalhadíssimo, com todo teto esculpido, desenhado, com pinturas e bordas em ouro. Lustres imensos de cristais. Paredes todas detalhadas. Mesas infinitas em madeira maciça. A decoração da época era uma coisa extremamente valiosa. A escada está com o tapete vermelho usado na época, há 70 anos atrás.
Detalhe das paredes do museu
  O museu conta, em cada cômodo, a história de quem viveu ali e governou o país até os dias atuais. A exposição conta com rico acervo dos presidentes que ali viveram. O pijama furado, o projétil e o revólver com que Getúlio Vargas se suicidou estão expostos no local.
  A emoção de estar ali é única, você ver o que o país sofreu antes de ter nascido até os dias atuais, as lutas populares, o tempo de ditadura.

COMO CHEGAR: Rua do Catete, s/nº. Bem em frente há uma boca da estação Catete do Metrô (linha 1 e 2). Ainda há um ponto de ônibus em frente do museu. Até quem vem de Niterói por transporte púbico pode apreciar o Museu da República. O ônibus linha 750D da 1001 vai até Charitas. O museu também fica há menos de 1km do Aeroporto Santos Dumont. Estacionamento só o da rua.
INGRESSOS: R$6 inteira, R$3 meia. Professores e estudantes pagam o segundo valor mediante documento comprovante.
Jardins do Palácio. Temperaturas mais baixas meio ao calor
Obs.: não há guias. Obviamente, não pode tocar nas coisas. O acesso ao jardim (que vai até o Aterro do Flamengo) é feito por um portão sempre aberto, que fica ao lado do museu.

Paulo Nepomuceno
@paulinhonepo




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